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Às marges direita deste belo rio Branco, no extremo Norte do Brasil, eu nasci. Aqui deposito meus sonhos e aqui quero virar farelo quando meu dia chegar. Roraima, terra de indígenas guerreiros que sobreviveram às botas dos coronéis da balata, depois às esporas dos fazendeiros e seus capatazes e mais recentemente aos neocoronéis do arroz, da pata do boi e de seus capatazes na política e no Palácio do Governo. (Foto: Fernando Matos).

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